Homeopatia Ana Caeiro

HOMEOPATIA

Ana Caeiro

Homeopata Especialista

Céd. Prof. AIMH nº11

Associação Internacional de Medicina Homeopática

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Tlm: (+351) 91 661 88 25
E-mail: homeopatia@anacaeiro.com
Skype: homeopatia.anacaeiro
Consultório: Av. João XXI, nº49-1ºEsq. 1000-299 Lisboa


Principios & Fundamentos

A palavra Homeopatia, é oriunda do grego homoios, que significa “semelhante”, e do pathos, “sofrimento, doença”.

Foi criada pelo médico, químico e pesquisador alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann, (1755-1843) com base na lei da Semelhança: “O  Semelhante cura o semelhante”. Este princípio é conhecido desde a  Antiguidade e consta dos Vedas (livros religiosos indianos, datados de 4 mil anos antes de Cristo) tendo sido também enunciado no séc. IV a.C., na Grécia antiga, por Hipócrates, considerado o Pai da Medicina. 

No entanto foi o Dr. Samuel Hahnemann que fundamentou este adágio, mediante o método experimental indutivo, que utilizou para estudar os vários efeitos das drogas. 

Para além destas contribuições, Hahnemann, valorizou também, a importância da psicossomática e o poder dinâmico das diluições infinitesimais.

PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA HOMEOPATIA

 Lei da Semelhança: uma substância com capacidade de provocar num indivíduo saudável, determinados sinais e sintomas físicos e emocionais, possui a capacidade de curar, desde que em doses adequadas, um quadro patológico semelhante.

 Experimentação no homem são (saudável): também denominada de experimentação patogenética ou homeopática, é o procedimento que consiste em testar substâncias medicinais em indivíduos sãos, para que seja possível definir quais os sintomas sobre os quais a substância medicamentosa vai reflectir a sua acção.

 Infinitesimilidade: referente à diluição e dinamização (movimento de sucussão após diluição) das matérias-primas utilizadas na farmacopeia da Homeopatia. Estes procedimentos têm como objetivo anular os seus efeitos tóxicos e ampliar a ação terapêutica das substâncias.

 Globalidade: o paciente é analisado, de forma integrada no seu todo psíquico, funcional e orgânico. Atualmente reconhece-se a importância da esfera psico-emocional na origem dos sintomas físicos.

Assim, cada individuo é um ser único e deve ser tratado de acordo com os sinais e sintomas específicos que apresenta, pelo que as suas particularidades permitirão determinar a escolha do medicamento adequado a cada caso específico, num determinado momento. As doses empregues deveram ser infinitamente pequenas, embora suficientemente potentes para estimular a globalidade mental e física do individuo, em direção à cura, i.e., a um estado de equilíbrio integral.  A verdadeira cura não significa apenas o desaparecimento dos sintomas, sendo fundamental, que o sujeito atinja um ótimo estado de equilíbrio geral, físico, emocional e psíquico.

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